quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ÉTICA NAS RELAÇÕES GERAIS E DE TRABALHO
Cássia Ribas[1]
Andrieli Assunção[2]
RESUMO
Este artigo trata da ética e suas relações gerais. O estudo busca refletir e analisar a importância da ética no meio social e de trabalho. E também, inserir o significado e a origem do termo ética. Como referencial busca refletir sobre o papel do ser humano em sociedade. Para exercer seus direitos e deveres de acordo com as leis, diferenciando o certo e o errado, o bem e o mal. Já que tendo uma conduta moral sólida, constata-se que a ética é o instrumento para a tomada da decisão certa na hora certa. Sendo assim, a ética é visualizada como condição essencial para a boa convivência em sociedade. Logo, falar de ética é falar da realização do homem, da felicidade de cada um enquanto ser humano, participante da sociedade e sujeito profissional.
Palavras- Chave: Ética. Conduta Moral.Relações gerais.                                                                  
ABSTRACT      
This article dealt with ethics and overall relationship. The study aims to reflect and analyze the importance of ethics in the social and labor. Also, inserting the meaning and origin of the term ethics. As reference seeks to reflect on the role of human beings in society.To exercise their rights and duties in accordance with the laws, distinguishing right and wrong, good and evil. Since having a solid moral conduct, it appears that ethics is the instrument for making the right decision at the right time. Thus, ethics is viewed as an essential condition for the good life in society. Soon, talk of ethics is talking about the creation of man, the happiness of each one as a human being, participant in society and professional subject.
KeyWords: Ethics. Moral Conduct.General relations.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Na sociedade atual vive-se uma redescoberta da ética. Devido às exigências de valores morais em todas as áreas sociais, econômicas e políticas. Diante disso, procurar-se-á identificar e refletir sobre as bases morais do meio social de hoje. E procurar entender alguns conceitos básicos tais como valores, ética e moral. A pesquisa está estruturada em três capítulos: no primeiro pretende-se abordar conceito e características acerca da ética; no segundo capítulo aborda-se o papel da ética na tomada de decisões. No terceiro capítulo discute-se a prática moral em sociedade.
1 CONCEITO E CARACTERÍSTICAS DA ÉTICA
Na era do politicamente correto, da sustentabilidade e da responsabilidade social, muitos esquecem que um dos princípios básicos para que se concretizem esses sistemas, é a prática moral. O que as pessoas não sabem é que ela não nasce de um dia para o outro, ou por uma boa ação ou outra. O moralismo é construído e aprendido aos poucos e vem da infância, ele está diretamente ligado à formação do caráter de cada indivíduo.
              Ser moral ou não, não depende exclusivamente de cada um, já que o ambiente em que se vive influencia na vida e no aprendizado da pessoa em questão. Para ter uma boa formação ética, é necessário mais que bons exemplos, é preciso de ação, de demonstrações no dia-a-dia. Pra que dessa maneira fique clara a diferença entre um ato ético de um não ético. Também vale lembrar que ser moral não significa ser carreta, certinho, mas sim ter as atitudes certas nas horas certas.
              Para relembrar o conceito de ética Cláudia Batesttin fala segundo o professor de Ética Empresarial na Universidade Jaime I de Castellón, situada na Espanha, Domingos Garcia Marzá.

Vale a pena lembrar que a palavra ética tem origem no grego ethos e significa: atitude, caráter; o caráter é a forma como utilizamos nosso espaço de liberdade. A responsabilidade vem do responder, e a ética trabalha um saber moral que nos permite responder diante dos demais, como pessoa, empresas ou Estado. Quando falamos em ética ou em moral parece que as estamos relacionando a um certo sentimento de culpa, um castigo, um peso... como se a Ética fosse algo negativo; essa é uma imagem muito equivocada. (...). Ética é um ativo, ou seja, é um recurso moral que nos permite, nos possibilita fazer as coisas da melhor maneira possível, a Ética é uma potencialização, uma capacidade (2013, p. 09-10).

A ética já era falada e conhecida mesmo antes de se tornar uma ciência. Sócrates (469-399 a.C.) já dizia que ser ético era agir bem, e que através disso se conheceria a verdade e sua finalidade era a felicidade e a liberdade do homem.
Segundo Nalini (2006), ética é a ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. Seu objeto de estudo é a moral – um dos aspectos do comportamento humano – ela deriva da palavra mores, com sentido de costumes, ou seja, é um conjunto de normas e costumes adquiridos pela prática. Também pode ser vista como o nosso caráter.
Osmar Ponchirolli segue essa mesma linha de raciocínio para conceituar ética e destaca que surgem questionamentos sobre a validade de determinados valores ou costumes e estes valores são vividos de uma forma prática. Aqui aparece o conceito de ética, que vem do termo grego ethos, modo de ser, caráter, o que assevera que a ética é definida como o conjunto das práticas morais de uma determinada sociedade (2012).
Conceito de ética e moral segundo Elizete Passos:
Etimologicamente, as duas palavras possuem origens distintas e significados idênticos. Moral vem do latim mores, que quer dizer costumes, conduta, modo de agir; enquanto ética vem do grego ethos e, do mesmo modo, quer dizer costume, modo de agir. Essa identidade existente entre elas marca a tendências de serem tratadas como a mesma coisa. Contudo, alguns autores, entre eles A. S. Vásques admitem que, apesar do estreito vínculo que as une, elas são diferentes. Constituem-se em realidades afins, porém diversas (2012, p. 22).
Baseiam-se em:
Para eles, a moral, enquanto norma de conduta refere-se às situações particulares e quotidianas, não chegando à superação desse nível. A ética, destituída do papelnormatizador, ao menos no que diz respeito aos atos isolados, torna-se examinadora da moral.  Exame que consiste em reflexão, em investigação, em teorização. Poder-se-ia dizer que a moral normatiza e direciona a prática das pessoas, e a ética teoriza sobre as condutas, estudando as concepções que dão suporte á moral. São, pois, dois caminhos diferentes que resultam em status também diferentes; o primeiro, de objeto, e o segundo, de ciência. Donde deduzimos que a Ética é a ciência da moral. Como afirma Sanchez Vasquez (1975, p. 12): “a Ética é a ciência que estuda o comportamento moral dos homens na Sociedade” (2012, p. 22-23).
O objeto mais específico da ética é a moralidade positiva, pois não existe ética negativa. A ética não cria normas, quem as cria são os homens em sociedade, ela descobre-as e elucida-as. ­ Ética exprime um dever que se dirige somente a seres capazes de entendê-la, para que possam fazer a escolha de cumpri-la ou viola-la. Quanto a sua origem vem do Grego ethos, significa morada, modo de ser ou caráter. Em latim mos – costumes. Nesse sentido, ética seria uma teoria dos costumes (NALINI, 2006).
No entendimento de Nalini (2006) a sociedade atual está muito carente de ética, pois cada vez mais se torna egoísta, materialista e consumista. É papel da ética desperta-la para uma responsabilidade individual, cidadã e social. Pois ela está presente em tudo, como nas empresas, escolas, mídia e deve ser respeitada para que se possa viver bem em sociedade.
Com essa alta demanda de responsabilidade social, um tema importante para ser analisado em conjunto com a ética é a questão da política. Já que esta é disseminada em qualquer ambiente com extrema facilidade.
A política tem como finalidade a vida justa e feliz, isto é, a vida propriamente humana, digna de seres livres, então é inseparável da ética. Para os gregos, era inconcebível a ética fora da comunidade política. Como esclarece Chaui:
Platão identificara a justiça no indivíduo e a justiça na pólis. Aristóteles subordina o bem do indivíduo ao Bem Supremo da pólis. Esse vínculo interno entre ética e política significava que as qualidades das leis e do poder dependiam das qualidades morais dos cidadãos e vice-versa, isto é, das qualidades da cidade dependiam as virtudes dos cidadãos. Somente na cidade boa e justa os homens podem ser bons e justos; e somente homens bons e justos são capazes de instituir uma cidade boa e justa (2005, p. 360).
2 ÉTICA COMO INSTRUMENTO NA TOMADA DE DECISÕES
              Na sociedade atual, a falta de ética é cada vez mais visível no governo, nas empresas, nas instituições, nas organizações, sejam elas públicas ou privadas. Essa situação provoca o surgimento de conflitos relacionados aos consumidores, empregados, fornecedores, governo. Isso tudo se traduz no descaso às leis trabalhistas e fiscais, aos direitos dos consumidores, entre outros.
            Elizete Passos observa que as organizações vêm pagando altos preços pelo descaso com as questões éticas, o que tem feito com que muitas delas já não duvidem que a ética precise ser levada em conta no mesmo patamar com que são consideradas as questões técnicas, por exemplo.
Diante disso, não basta que as organizações saibam tomar decisões certas. Mais do que isso, elas precisam tomar decisões certas nos momentos certos. O perfil da empresa que segue corretamente as orientações técnicas não mais satisfaz. Nesse momento é que a ética se impõe como um “instrumento” essencial no mundo da organização, enquanto orientadora das decisões a serem tomadas, principalmente pelo gerente (2012, p. 96).
Os seres humanos a todo o momento estão sendo chamados a tomar decisões na vida social e profissional. No entanto sempre que podem, jogam a responsabilidade a terceiros, ou para quem estiver mais próximo. O que não percebem é que as empresas hoje exigem de um profissional muito mais força física e habilidade manual. Esperam que eles saibam pensar, que sejam criativos e responsáveis. Como esclarece Passos:
Com os indivíduos que ocupam posição de tomada de decisão, tais concessões são vetadas. Deles exigem-se muito mais do que competência técnica. Precisam ser inteligentes, tecnicamente preparados e criativos; isso porque não basta que eles saibam fazer as coisas certas, e sim fazer certo as coisas (2012, p. 97).
O princípio definidor de qualquer decisão, seja ela na sociedade ou em uma organização, é o respeito à pessoa. Em qualquer situação, o ser humano deve ser tomado como fim e nunca como meio, já que na ética os fins não justificam os meios. Precisa ser respeitado como sujeito, com sonhos, desejos, alegrias, o critério básico para a tomada de decisão é o respeito à dignidade humana (PASSOS, 2012).
A partir desse princípio, os elementos de ordem prática apresentam-se como condições para a tomada de decisão. Dentre eles, destacam-se: refletir sobre o problema ao invés de partir para a ação, reunir todos os elementos considerados relevantes sobre o problema em questão e fazer um inventário dos pontos de vista sobre o assunto, inclusive os opostos (PASSOS, 2012, p. 99).
Segundo a autora citada acima, a observação, reflexão e o julgamento devem ser observados na hora de uma tomada de decisão. É necessário entender que o problema faz parte de uma realidade maior e mais complexa. E que precisa ser analisada de forma articulada e não isolada. Pois tomar decisão é também julgar, interpretar e comparar. Ainda acrescenta que
Uma decisão pode ser mais adequada, no sentido de responder aos objetivos propostos, quando for precedida de uma reflexão que leve em conta suas consequências. Eticamente falando, a escolha deve recair sobre a que cause maior bem aos envolvidos. Enfim, a tomada de decisão não pode considerar apenas a base moral, ela precisa alicerçar-se em fatos sob pena de termos o julgamento de valor correto e a decisão equivocada. Porém, a reflexão ética abre novas possibilidades de compreensão do fato e de suas consequências para a vida humana (2012, p. 100).

3 A PRÁTICA MORAL EM SOCIEDADE
As organizações precisam preocupar-se com a vida em geral e a vida futura de seus empregados, familiares, clientes, vizinhança. Esse deve ser um compromisso da instituição, já que as exigências da vida moderna fazem com que as pessoas passem maior parte do seu tempo trabalhando.
Ashley (2005, p.04) diz “[...] que hoje em dia as organizações precisam estar atentas não apenas as suas responsabilidades econômicas e legais, mas também a suas responsabilidades éticas, morais e sociais”. As responsabilidades éticas envolvem inúmeras normas e padrões para atender àquilo que os diversos públicos, os quais a empresa se relaciona, consideram justos e de acordo com seus direitos morais.
A autora, à cima citada, segue salientando que essas responsabilidades abrangem atividades, práticas, políticas e comportamentos esperados ou proibidos por membros da sociedade, apesar de não codificados em lei. Segundo ela, a ética afeta desde os lucros da organização, até a sobrevivência da economia global.
Ashley apresenta as responsabilidades éticas de forma detalhada.
Essas responsabilidades éticas correspondem a valores morais específicos. Valores morais dizem respeito a crenças pessoais sobre o comportamento eticamente correto ou incorreto, tanto por parte do próprio indivíduo, quanto com relação aos outros. É dessa maneira que valores morais e ética se complementam. A moral pode ser vista como um conjunto de valores e de regras de comportamento que as coletividades, sejam elas nações, grupos sociais ou organizações, adotam por julgarem correios e desejáveis7. Ela abrange as representações imaginárias que dizem aso agentes sociais o que se espera deles, que comportamentos são bem-vindos, qual é a melhor maneira de agir coletivamente, o que é o bem e o que é o mal, o permitido e o proibido, o certo e o errado, a virtude e o vício8. A ética é mais sistematizada e corresponde a uma teoria de ação rigidamente estabelecida. A moral, em contrapartida, é concebida menos rigidamente, podendo variar de acordo com o país, o grupo social, a organização, ou mesmo o indivíduo em questão (2013, p. 4-5).
Para Passos (2012) o lucro e o poder tornaram-se metas centrais, onde a luta é pelo ter, adquirir. Processando-se uma inversão do modo de “ser” de vida para o modo de “ter”, ou seja, o homem vale pelo que tem e não pelo que é. Ainda nessa reflexão
A sociedade atual acha-se orientada por um verdadeiro culto ao prazer e ao poder. No primeiro aspecto, desenvolveu um hedonismo que, longe de levar ao bem-estar das pessoas, fomentou seu isolamento, sua depressão e a falta de perspectiva para o futuro. No segundo aspecto, o poder econômico ganhou o mais alto alcance, fazendo o ser humano voltar-se totalmente para a procura dos meios que possibilitem o crescimento de seu poder econômico. Assim, a sociedade capitalista em que vivemos gerou relações materiais e sociais que dividem a população em classes antagônicas: uma que desfruta dos benefícios do poder e outra que sofre as consequências do poder. Todos desejam o bem-estar material, mas apenas alguns o conseguem e desfrutam dele (2012, p.26).
Passos assevera ainda que:
[...] a concepção moral também orienta na exploração do ser humano pelo ser humano, onde o egoísmo, a hipocrisia, o lucro e o individualismo são incentivados e até cultuados. A lei é do “salve-se quem puder”; cada indivíduo confia em si mesmo e empreende todos os esforços em prol da realização de seus interesses. Em função disso, tudo se tornou lícito, inclusive o desconhecimento da existência do outro. O coletivo foi esquecido; aliás, para manutenção dessas relações, o coletivo não pode ser um objetivo (2012, p.26).
Esse desejo coletivo de “vícios” individuais, tais como: sexo, vestimenta, descanso, prende-se no moralismo privado, deixando de lado a moral pública. O fato é que a sociedade faz com que os indivíduos tenham um comportamento que satisfaz a seus interesses na medida em que direciona todos ao seu principal objetivo que é o capital.
A moral que vigora em nossa sociedade baseia-se na exploração do ser humano e no aviltamento da pessoa. Não se preocupa em saber o que é bom para ele, e sim o que é benéfico ao processo produtivo, ao capital em que o egoísmo e o culto do eu tornaram-se qualidades e sinônimos de progresso e de maturidade (PASSOS, 2012, p.27).
Nota-se que a demanda de ética na sociedade atual é muito intensa. Sendo a universalidade característica básica de ética, deve-se considerar cada vez mais sua importância, pois os problemas pela falta de ética que afetam a sociedade, cada vez mais se tornam globais. Para a sociedade mudar essa visão negativa, como algo inútil ou superficial da ética, deve mostrar que as Éticas são fundamentais em todas as esferas da sociedade, é preciso aplicá-la em todas as profissões, instituições, escolas, hospitais. Pois com uma boa formação o retorno de melhores condições éticas à sociedade seria imediato. (MARZÁ apud BATTESTIN, 2013).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através da análise realizada sobre ética e sua relação com a sociedade atual, reflete-se sobre a importância de ser, ou não ser, ético para viver dignamente. Para obter um bom trabalho ou mesmo para fazer uma empresa crescer em termos financeiros.
A ética rege o comportamento humano na sociedade. Ela constitui a moral, o caráter de cada indivíduo. Onde algumas pessoas têm-na como regra, e outras a veem apenas como uma simples palavra. A falta de ética é o fator determinante para a injustiça e a desigualdade na era capitalista.
A partir dessas proposições e com tudo que isso implica, é possível pensar que ser ético está diretamente ligado aos princípios morais da sociedade, o indivíduo cresce aprendendo esse princípio, assim vai formando o seu caráter. Mesmo muitas pessoas desacreditando da ética, essa ainda existe e pode fazer a diferença na sociedade.
Falar em ética no meio social ou numa organização não é tarefa fácil, já que inclui falar sobre o bem e o mal, de conselhos de ética, de códigos, entre outros. Porém, isso não pode ocultar ou dissimular sua verdadeira base, que se refere a respeitar o ser humano em todas as situações. Assim, para que os indivíduos sejam capazes de agir eticamente e possam fazer reflexões sobre seus atos, para melhor tomarem suas decisões.
No meio administrativo ou em qualquer ramo de atuação profissional, a ética deve ser considerada um dos princípios básicos da profissão, pois hoje o mercado de trabalho demanda em altas proporções, conduta moral e ética. Já que essa é um valor de suma importância para qualquer ser humano, mesmo que muitas não consigam assimilar e agir segundo esses princípios.
Finalizando, este trabalho não teve como pretensão apresentar saídas ou ensinar como agir de forma ética, e sim, fazer pensar que uma pessoa comum ou profissional, deve ter um comportamento ético inquestionável. Uma vez que a honestidade é a primeira impressão que se tem de uma conduta ética e é através dessa virtude que se avalia o caráter de cada pessoa.

REFERÊNCIAS
ASHLEY, Patrícia Almeida (coord.). Ética e Responsabilidade Social nos negócios. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
BATTESTIN, Cláudia. Ciência e Vida. Revista Filosofia. São Paulo: Escala, ano VII, nº 86, setembro de 2013.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2005.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Mini Aurélio: o dicionário da língua portuguesa. Curitiba: Positivo, 7 edição, 2009.
MATTAR NETO, João Augusto. Filosofia e Ética na Administração. São Paulo: Saraiva, 2004.
NALINI, José Renato. Ética Geral e Profissional. São Paulo: Revista dos tribunais, 2006.
PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. 1. ed. 8. reimpr. São Paulo: Atlas, 2012.
PONCHIROLLI, Osmar. Ética e responsabilidade social empresarial. 1.ed. 5 reimpr. Curitiba: Juruá, 2012.



[1] Graduandas do 2º período do curso de Administração do Instituto de Ensino Superior de Santo Ângelo – IESA.
[2] Orientadora da disciplina de Metodologia e Pesquisa Científica.

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