ÉTICA NAS RELAÇÕES GERAIS E DE TRABALHO
Cássia Ribas[1]
Andrieli Assunção[2]
RESUMO
Este artigo trata da ética e suas relações
gerais. O estudo busca refletir e analisar a importância da ética no meio
social e de trabalho. E também, inserir o significado e a origem do termo
ética. Como referencial busca refletir sobre o papel do ser humano em
sociedade. Para exercer seus direitos e deveres de acordo com as leis,
diferenciando o certo e o errado, o bem e o mal. Já que tendo uma conduta moral
sólida, constata-se que a ética é o instrumento para a tomada da decisão certa
na hora certa. Sendo assim, a ética é visualizada como condição essencial para
a boa convivência em sociedade. Logo, falar de ética é falar da realização do
homem, da felicidade de cada um enquanto ser humano, participante da sociedade
e sujeito profissional.
Palavras- Chave: Ética.
Conduta Moral.Relações gerais.
ABSTRACT
This
article dealt with ethics and overall relationship. The study aims to reflect
and analyze the importance of ethics in the social and labor. Also, inserting
the meaning and origin of the term ethics. As reference seeks to reflect on the
role of human beings in society.To exercise their rights and duties in
accordance with the laws, distinguishing right and wrong, good and evil. Since
having a solid moral conduct, it appears that ethics is the instrument for
making the right decision at the right time. Thus, ethics is viewed as an
essential condition for the good life in society. Soon, talk of ethics is
talking about the creation of man, the happiness of each one as a human being, participant in society and professional
subject.
KeyWords: Ethics. Moral
Conduct.General relations.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Na sociedade atual vive-se uma
redescoberta da ética. Devido às exigências de valores morais em todas as áreas
sociais, econômicas e políticas. Diante disso, procurar-se-á identificar e
refletir sobre as bases morais do meio social de hoje. E procurar entender
alguns conceitos básicos tais como valores, ética e moral. A pesquisa está
estruturada em três capítulos: no primeiro pretende-se abordar conceito e
características acerca da ética; no segundo capítulo aborda-se o papel da ética
na tomada de decisões. No terceiro capítulo discute-se a prática moral em sociedade.
1
CONCEITO E CARACTERÍSTICAS DA ÉTICA
Na era do politicamente
correto, da sustentabilidade e da responsabilidade social, muitos esquecem que
um dos princípios básicos para que se concretizem esses sistemas, é a prática
moral. O que as pessoas não sabem é que ela não nasce de um dia para o outro,
ou por uma boa ação ou outra. O moralismo é construído e aprendido aos poucos e
vem da infância, ele está diretamente ligado à formação do caráter de cada
indivíduo.
Ser
moral ou não, não depende exclusivamente de cada um, já que o ambiente em que
se vive influencia na vida e no aprendizado da pessoa em questão. Para ter uma
boa formação ética, é necessário mais que bons exemplos, é preciso de ação, de
demonstrações no dia-a-dia. Pra que dessa maneira fique clara a diferença entre
um ato ético de um não ético. Também vale lembrar que ser moral não significa
ser carreta, certinho, mas sim ter as atitudes certas nas horas certas.
Para relembrar o conceito de ética
Cláudia Batesttin fala segundo o professor de Ética Empresarial na Universidade
Jaime I de Castellón, situada na Espanha, Domingos Garcia Marzá.
Vale a pena lembrar que
a palavra ética tem origem no grego ethos e significa: atitude, caráter;
o caráter é a forma como utilizamos nosso espaço de liberdade. A
responsabilidade vem do responder, e a ética trabalha um saber moral que nos
permite responder diante dos demais, como pessoa, empresas ou Estado. Quando
falamos em ética ou em moral parece que as estamos relacionando a um certo
sentimento de culpa, um castigo, um peso... como se a Ética fosse algo
negativo; essa é uma imagem muito equivocada. (...). Ética é um ativo, ou
seja, é um recurso moral que nos permite, nos possibilita fazer as coisas da
melhor maneira possível, a Ética é uma potencialização, uma capacidade (2013,
p. 09-10).
A
ética já era falada e conhecida mesmo antes de se tornar uma ciência. Sócrates
(469-399 a.C.) já dizia que ser ético era agir bem, e que através disso se
conheceria a verdade e sua finalidade era a felicidade e a liberdade do homem.
Segundo
Nalini (2006), ética é a ciência do comportamento moral dos homens em
sociedade. Seu objeto de estudo é a moral – um dos aspectos do comportamento
humano – ela deriva da palavra mores, com sentido de costumes, ou seja,
é um conjunto de normas e costumes adquiridos pela prática. Também pode ser
vista como o nosso caráter.
Osmar
Ponchirolli segue essa mesma linha de raciocínio para conceituar ética e
destaca que surgem questionamentos sobre a validade de determinados valores ou
costumes e estes valores são vividos de uma forma prática. Aqui aparece o
conceito de ética, que vem do termo grego ethos, modo de ser, caráter, o
que assevera que a ética é definida como o conjunto das práticas morais de uma
determinada sociedade (2012).
Conceito
de ética e moral segundo Elizete Passos:
Etimologicamente,
as duas palavras possuem origens distintas e significados idênticos. Moral vem
do latim mores, que quer dizer costumes, conduta, modo de agir; enquanto
ética vem do grego ethos e, do mesmo modo, quer dizer costume,
modo de agir. Essa identidade existente entre elas marca a tendências de serem
tratadas como a mesma coisa. Contudo, alguns autores, entre eles A. S. Vásques
admitem que, apesar do estreito vínculo que as une, elas são diferentes.
Constituem-se em realidades afins, porém diversas (2012, p. 22).
Baseiam-se
em:
Para
eles, a moral, enquanto norma de conduta refere-se às situações
particulares e quotidianas, não chegando à superação desse nível. A ética,
destituída do papelnormatizador, ao menos no que diz respeito aos atos
isolados, torna-se examinadora da moral. Exame que consiste em reflexão, em
investigação, em teorização. Poder-se-ia dizer que a moral normatiza e
direciona a prática das pessoas, e a ética teoriza sobre as condutas, estudando
as concepções que dão suporte á moral. São, pois, dois caminhos diferentes que
resultam em status também diferentes; o primeiro, de objeto, e o
segundo, de ciência. Donde deduzimos que a Ética é a ciência da moral.
Como afirma Sanchez Vasquez (1975, p. 12): “a Ética é a ciência que estuda o
comportamento moral dos homens na Sociedade” (2012, p. 22-23).
O objeto mais específico da ética é a
moralidade positiva, pois não existe ética negativa. A ética não cria normas,
quem as cria são os homens em sociedade, ela descobre-as e elucida-as. Ética
exprime um dever que se dirige somente a seres capazes de entendê-la, para que
possam fazer a escolha de cumpri-la ou viola-la. Quanto a sua origem vem do
Grego ethos, significa morada, modo de ser ou caráter. Em latim mos
– costumes. Nesse sentido, ética seria uma teoria dos costumes (NALINI, 2006).
No entendimento de Nalini (2006) a sociedade
atual está muito carente de ética, pois cada vez mais se torna egoísta,
materialista e consumista. É papel da ética desperta-la para uma
responsabilidade individual, cidadã e social. Pois ela está presente em tudo,
como nas empresas, escolas, mídia e deve ser respeitada para que se possa viver
bem em sociedade.
Com essa alta demanda de responsabilidade
social, um tema importante para ser analisado em conjunto com a ética é a
questão da política. Já que esta é disseminada em qualquer ambiente com extrema
facilidade.
A política tem como finalidade a vida justa e
feliz, isto é, a vida propriamente humana, digna de seres livres, então é
inseparável da ética. Para os gregos, era inconcebível a ética fora da
comunidade política. Como esclarece Chaui:
Platão
identificara a justiça no indivíduo e a justiça na pólis. Aristóteles
subordina o bem do indivíduo ao Bem Supremo da pólis. Esse vínculo
interno entre ética e política significava que as qualidades das leis e do
poder dependiam das qualidades morais dos cidadãos e vice-versa, isto é, das qualidades
da cidade dependiam as virtudes dos cidadãos. Somente na cidade boa e justa os
homens podem ser bons e justos; e somente homens bons e justos são capazes de
instituir uma cidade boa e justa (2005, p. 360).
2
ÉTICA COMO INSTRUMENTO NA TOMADA DE DECISÕES
Na sociedade atual, a falta de
ética é cada vez mais visível no governo, nas empresas, nas instituições, nas
organizações, sejam elas públicas ou privadas. Essa situação provoca o
surgimento de conflitos relacionados aos consumidores, empregados,
fornecedores, governo. Isso tudo se traduz no descaso às leis trabalhistas e
fiscais, aos direitos dos consumidores, entre outros.
Elizete Passos observa que as
organizações vêm pagando altos preços pelo descaso com as questões éticas, o
que tem feito com que muitas delas já não duvidem que a ética precise ser
levada em conta no mesmo patamar com que são consideradas as questões técnicas,
por exemplo.
Diante
disso, não basta que as organizações saibam tomar decisões certas. Mais do que
isso, elas precisam tomar decisões certas nos momentos certos. O perfil da
empresa que segue corretamente as orientações técnicas não mais satisfaz. Nesse
momento é que a ética se impõe como um “instrumento” essencial no mundo da
organização, enquanto orientadora das decisões a serem tomadas, principalmente
pelo gerente (2012, p. 96).
Os
seres humanos a todo o momento estão sendo chamados a tomar decisões na vida
social e profissional. No entanto sempre que podem, jogam a responsabilidade a
terceiros, ou para quem estiver mais próximo. O que não percebem é que as
empresas hoje exigem de um profissional muito mais força física e habilidade
manual. Esperam que eles saibam pensar, que sejam criativos e responsáveis.
Como esclarece Passos:
Com os
indivíduos que ocupam posição de tomada de decisão, tais concessões são
vetadas. Deles exigem-se muito mais do que competência técnica. Precisam ser
inteligentes, tecnicamente preparados e criativos; isso porque não basta que
eles saibam fazer as coisas certas, e sim fazer certo as coisas (2012, p. 97).
O
princípio definidor de qualquer decisão, seja ela na sociedade ou em uma
organização, é o respeito à pessoa. Em qualquer situação, o ser humano deve ser
tomado como fim e nunca como meio, já que na ética os fins não justificam os
meios. Precisa ser respeitado como sujeito, com sonhos, desejos, alegrias, o
critério básico para a tomada de decisão é o respeito à dignidade humana
(PASSOS, 2012).
A partir
desse princípio, os elementos de ordem prática apresentam-se como condições
para a tomada de decisão. Dentre eles, destacam-se: refletir sobre o problema
ao invés de partir para a ação, reunir todos os elementos considerados
relevantes sobre o problema em questão e fazer um inventário dos pontos de
vista sobre o assunto, inclusive os opostos (PASSOS, 2012, p. 99).
Segundo
a autora citada acima, a observação, reflexão e o julgamento devem ser
observados na hora de uma tomada de decisão. É necessário entender que o
problema faz parte de uma realidade maior e mais complexa. E que precisa ser
analisada de forma articulada e não isolada. Pois tomar decisão é também
julgar, interpretar e comparar. Ainda acrescenta que
Uma
decisão pode ser mais adequada, no sentido de responder aos objetivos
propostos, quando for precedida de uma reflexão que leve em conta suas
consequências. Eticamente falando, a escolha deve recair sobre a que cause
maior bem aos envolvidos. Enfim, a tomada de decisão não pode considerar apenas
a base moral, ela precisa alicerçar-se em fatos sob pena de termos o julgamento
de valor correto e a decisão equivocada. Porém, a reflexão ética abre novas
possibilidades de compreensão do fato e de suas consequências para a vida
humana (2012, p. 100).
3 A
PRÁTICA MORAL EM SOCIEDADE
As
organizações precisam preocupar-se com a vida em geral e a vida futura de seus
empregados, familiares, clientes, vizinhança. Esse deve ser um compromisso da
instituição, já que as exigências da vida moderna fazem com que as pessoas
passem maior parte do seu tempo trabalhando.
Ashley
(2005, p.04) diz “[...] que hoje em dia as organizações precisam estar atentas
não apenas as suas responsabilidades econômicas e legais, mas também a suas
responsabilidades éticas, morais e sociais”. As responsabilidades éticas
envolvem inúmeras normas e padrões para atender àquilo que os diversos
públicos, os quais a empresa se relaciona, consideram justos e de acordo com
seus direitos morais.
A
autora, à cima citada, segue salientando que essas responsabilidades abrangem
atividades, práticas, políticas e comportamentos esperados ou proibidos por
membros da sociedade, apesar de não codificados em lei. Segundo ela, a ética
afeta desde os lucros da organização, até a sobrevivência da economia global.
Ashley
apresenta as responsabilidades éticas de forma detalhada.
Essas
responsabilidades éticas correspondem a valores morais específicos. Valores
morais dizem respeito a crenças pessoais sobre o comportamento eticamente
correto ou incorreto, tanto por parte do próprio indivíduo, quanto com relação
aos outros. É dessa maneira que valores morais e ética se complementam. A moral
pode ser vista como um conjunto de valores e de regras de comportamento que as
coletividades, sejam elas nações, grupos sociais ou organizações, adotam por
julgarem correios e desejáveis7. Ela abrange as representações imaginárias
que dizem aso agentes sociais o que se espera deles, que comportamentos são
bem-vindos, qual é a melhor maneira de agir coletivamente, o que é o bem e o
que é o mal, o permitido e o proibido, o certo e o errado, a virtude e o vício8.
A ética é mais sistematizada e corresponde a uma teoria de ação rigidamente
estabelecida. A moral, em contrapartida, é concebida menos rigidamente, podendo
variar de acordo com o país, o grupo social, a organização, ou mesmo o
indivíduo em questão (2013, p. 4-5).
Para Passos (2012) o lucro e o poder
tornaram-se metas centrais, onde a luta é pelo ter, adquirir. Processando-se
uma inversão do modo de “ser” de vida para o modo de “ter”, ou seja, o homem
vale pelo que tem e não pelo que é. Ainda nessa reflexão
A sociedade
atual acha-se orientada por um verdadeiro culto ao prazer e ao poder. No
primeiro aspecto, desenvolveu um hedonismo que, longe de levar ao bem-estar das
pessoas, fomentou seu isolamento, sua depressão e a falta de perspectiva para o
futuro. No segundo aspecto, o poder econômico ganhou o mais alto alcance,
fazendo o ser humano voltar-se totalmente para a procura dos meios que
possibilitem o crescimento de seu poder econômico. Assim, a sociedade
capitalista em que vivemos gerou relações materiais e sociais que dividem a
população em classes antagônicas: uma que desfruta dos benefícios do
poder e outra que sofre as consequências do poder. Todos desejam o bem-estar
material, mas apenas alguns o conseguem e desfrutam dele (2012, p.26).
Passos assevera ainda que:
[...] a
concepção moral também orienta na exploração do ser humano pelo ser humano,
onde o egoísmo, a hipocrisia, o lucro e o
individualismo são incentivados e até cultuados. A lei é do “salve-se quem
puder”; cada indivíduo confia em si mesmo e empreende todos os esforços em prol
da realização de seus interesses. Em função disso, tudo se tornou lícito,
inclusive o desconhecimento da existência do outro. O coletivo foi esquecido;
aliás, para manutenção dessas relações, o coletivo não pode ser um objetivo
(2012, p.26).
Esse
desejo coletivo de “vícios” individuais, tais como: sexo, vestimenta, descanso,
prende-se no moralismo privado, deixando de lado a moral pública. O fato é que
a sociedade faz com que os indivíduos tenham um comportamento que satisfaz a seus
interesses na medida em que direciona todos ao seu principal objetivo que é o
capital.
A moral
que vigora em nossa sociedade baseia-se na exploração do ser humano e no
aviltamento da pessoa. Não se preocupa em saber o que é bom para ele, e sim
o que é benéfico ao processo produtivo, ao capital em que o egoísmo e o culto
do eu tornaram-se qualidades e sinônimos de progresso e de maturidade (PASSOS,
2012, p.27).
Nota-se
que a demanda de ética na sociedade atual é muito intensa. Sendo a
universalidade característica básica de ética, deve-se considerar cada vez mais
sua importância, pois os problemas pela falta de ética que afetam a sociedade,
cada vez mais se tornam globais. Para a sociedade mudar essa visão negativa,
como algo inútil ou superficial da ética, deve mostrar que as Éticas são
fundamentais em todas as esferas da sociedade, é preciso aplicá-la em todas as
profissões, instituições, escolas, hospitais. Pois com uma boa formação o retorno
de melhores condições éticas à sociedade seria imediato. (MARZÁ apud BATTESTIN,
2013).
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Através da análise realizada sobre ética e sua
relação com a sociedade atual, reflete-se sobre a importância de ser, ou não
ser, ético para viver dignamente. Para obter um bom trabalho ou mesmo para
fazer uma empresa crescer em termos financeiros.
A ética rege o comportamento humano na
sociedade. Ela constitui a moral, o caráter de cada indivíduo. Onde algumas
pessoas têm-na como regra, e outras a veem apenas como uma simples palavra. A
falta de ética é o fator determinante para a injustiça e a desigualdade na era
capitalista.
A partir dessas proposições e com tudo que isso
implica, é possível pensar que ser ético está diretamente ligado aos princípios
morais da sociedade, o indivíduo cresce aprendendo esse princípio, assim vai
formando o seu caráter. Mesmo muitas pessoas desacreditando da ética, essa
ainda existe e pode fazer a diferença na sociedade.
Falar em ética no meio social ou numa
organização não é tarefa fácil, já que inclui falar sobre o bem e o mal, de
conselhos de ética, de códigos, entre outros. Porém, isso não pode ocultar ou
dissimular sua verdadeira base, que se refere a respeitar o ser humano em todas
as situações. Assim, para que os indivíduos sejam capazes de agir eticamente e
possam fazer reflexões sobre seus atos, para melhor tomarem suas decisões.
No meio administrativo ou em qualquer ramo de
atuação profissional, a ética deve ser considerada um dos princípios básicos da
profissão, pois hoje o mercado de trabalho demanda em altas proporções, conduta
moral e ética. Já que essa é um valor de suma importância para qualquer ser
humano, mesmo que muitas não consigam assimilar e agir segundo esses
princípios.
Finalizando, este trabalho não teve como
pretensão apresentar saídas ou ensinar como agir de forma ética, e sim, fazer
pensar que uma pessoa comum ou profissional, deve ter um comportamento ético
inquestionável. Uma vez que a honestidade é a primeira impressão que se tem de
uma conduta ética e é através dessa virtude que se avalia o caráter de cada
pessoa.
REFERÊNCIAS
ASHLEY,
Patrícia Almeida (coord.). Ética e Responsabilidade Social nos negócios. 2 ed.
São Paulo: Saraiva, 2005.
BATTESTIN, Cláudia.
Ciência e Vida. Revista Filosofia. São Paulo: Escala, ano VII, nº 86, setembro
de 2013.
CHAUI, Marilena.
Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2005.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Mini Aurélio:
o dicionário da língua portuguesa. Curitiba: Positivo, 7 edição, 2009.
MATTAR NETO, João
Augusto. Filosofia e Ética na Administração. São Paulo: Saraiva, 2004.
NALINI, José Renato.
Ética Geral e Profissional. São Paulo: Revista dos tribunais, 2006.
PASSOS, Elizete. Ética
nas organizações. 1. ed. 8. reimpr. São Paulo: Atlas, 2012.
PONCHIROLLI, Osmar.
Ética e responsabilidade social empresarial. 1.ed. 5 reimpr. Curitiba: Juruá,
2012.
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